Uma das minhas coisas favoritas sobre comprar seguidores é que ela ainda é uma forma de comunicação tão jovem e nova. Parece muito cedo para tomar qualquer coisa como um dado, então estamos todos experimentando, testando e aprendendo juntos.

Cada dia parece trazer novos estudos estimulantes à medida que as pesquisas nos mostram mais sobre como a mídia social está mudando a maneira como nos relacionamos, compartilhamos informações e até mesmo formamos nossas identidades.

Estive coletando alguns desses estudos e pensando sobre como eles podem se relacionar para nos tornarmos melhores profissionais de marketing (e, espero, melhores pessoas também). Pensei em compartilhá-los com você hoje. Aqui estão as principais descobertas de 7 estudos de comprar seguidores no instagram de mídia social que tornarão seu marketing mais inteligente.

  1. Todos nós escrevemos uma postagem e depois mudamos de ideia

A maioria de nós está familiarizada com aquela sensação ligeiramente desconfortável que você tem antes de publicar algo novo para o mundo – nós até escrevemos sobre isso aqui.

Às vezes, o sentimento leva a um avanço de comprar seguidores reais. Outras vezes, isso nos faz mudar completamente de idéia. Para saber mais sobre como esse sentimento afeta a maneira como publicamos atualizações nas mídias sociais, dois pesquisadores do Facebook conduziram um estudo sobre autocensura (ou seja, as postagens que você escreve e nunca realmente publica).

Ao longo de 17 dias, eles monitoraram a atividade de 3,9 milhões de usuários (estudando as ações, mas “não as teclas digitadas ou o conteúdo”). Durante o estudo, 71% dos usuários digitaram pelo menos um status ou comentário e decidiram não enviá-lo. Em média, eles mudaram de ideia em 4,52 status e 3,2 comentários.

Os pesquisadores teorizam que as pessoas são mais propensas a se autocensurar quando sentem que seu público é difícil de definir. O público do Facebook tende a ser bastante diversificado, o que torna difícil atrair a todos. Os usuários eram menos propensos a censurar seus comentários na postagem de outra pessoa porque o público era mais concreto.

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Conclusão do marketing: todos nós queremos conhecer nosso público mais profundamente para que possamos nos comunicar melhor com eles. Para entender melhor seu próprio público, tente desenvolver personas. E lembre-se: só porque você nem sempre ouve o que seu público tem a dizer, não significa que ele não esteja ouvindo.

  1. Emoções compartilhadas online são contagiosas (especialmente felicidade!)

Sabemos que as emoções podem ser contagiosas em ambientes pessoais, mas não se sabia muito sobre se as emoções podem se espalhar da mesma forma online até um dos maiores estudos já feitos sobre o assunto.

Pesquisadores da University of California, San Diego, School of Medicine, usaram software para examinar o conteúdo emocional de um bilhão de postagens no Facebook ao longo de dois anos – principalmente em dias chuvosos, quando a chance de postagens negativas era geralmente maior.

Este gráfico mostra o número total de postagens negativas geradas por um dia de chuva em uma cidade e em outras cidades por contágio (indireto). As cidades em azul apresentam maior contágio:

Usando registros meteorológicos, eles puderam ver que as emoções sombrias dos dias chuvosos estavam sendo transmitidas pela rede do Facebook para amigos que moravam em lugares onde não estava chovendo.

Em outras palavras:

“O que as pessoas sentem e dizem em um lugar pode se espalhar para muitas partes do globo no mesmo dia.”

Um estudo mais recente (e mais controverso) do Facebook chegou a conclusões semelhantes.

As boas notícias? Embora os pesquisadores tenham se concentrado no contágio emocional negativo, eles descobriram que a positividade é ainda mais contagiosa.

“Curiosamente, embora a chuva seja o ímpeto para esse contágio, as mensagens positivas parecem ser mais contagiosas do que negativas.”

As postagens negativas geraram cerca de 1,29 mais postagens negativas de amigos, enquanto as postagens positivas geraram uma média de 1,75 mais postagens positivas.

Conclusão do marketing: mantenham-se no lado positivo, profissionais de marketing! Mantenha suas mensagens positivas e os clientes felizes. Elimine os problemas persistentes dos clientes off-line e lide rapidamente com o feedback negativo para evitar que se espalhe.

  1. Sua foto de perfil causa uma grande impressão em uma fração de segundo

Se uma imagem vale mais que mil palavras, a imagem certa no perfil de mídia social vale seu peso em ouro. Um estudo recente publicado na Psychological Scienced descobriu que tiramos conclusões sobre as pessoas com base em uma determinada foto em menos de um segundo (40 milissegundos, para ser mais preciso).

Os pesquisadores usaram fotos todas tiradas com iluminação semelhante, mas com expressões faciais ligeiramente diferentes. Eles pediram aos participantes de uma pesquisa online que vissem e avaliassem tiros na cabeça sobre características como atratividade, competência, criatividade, extroversão, mesquinhez, confiabilidade e inteligência.

O estudo mostrou que mesmo pequenas variações na expressão facial em uma foto na cabeça podem levar a mudanças generalizadas na forma como a imagem é percebida.

Conclusão do marketing: pode parecer pequeno, mas provavelmente vale a pena fazer um teste A / B de sua foto de perfil em redes sociais profissionais. Cyrus Shepard fez um estudo fascinante sobre como fazer isso no blog do Moz.

  1. A maioria de nós compartilha seletivamente (mas difere por país)

Quase 1/4 dos usuários de mídia social em todo o mundo – 24% – compartilham “tudo” ou “quase tudo” online, de acordo com uma pesquisa da empresa de pesquisa de marketing Ipsos.

Outro segmento de 19% não compartilha absolutamente nada online, e a porcentagem daqueles que se identificam como grandes compartilhadores varia muito de país para país.

O Washington Post observou uma “relação clara entre‘ oversharing ’e penetração da Internet: quase todos os países com overindex estão na Ásia, África e América Latina, onde a penetração é baixa; enquanto isso, quase todos os países que ‘não compartilham’ estão na Europa, onde mais pessoas estão online. ”

Conclusão do marketing: mantenha suas expectativas de compartilhamento social de seu conteúdo de acordo com as normas de seu público. Considere a sua região e os dados demográficos do seu público para uma imagem mais clara.

  1. Obter feedback social leva a um maior senso de pertencimento

Acontece que a ideia de comunidade nas redes sociais não é apenas um bordão – é real.

Um estudo realizado pela Dra. Stephanie Tobin, da Escola de Psicologia da Universidade de Queensland, descobriu que a participação ativa em sites de mídia social deu aos usuários uma maior sensação de conexão.

No estudo, os pesquisadores pegaram um grupo de usuários do Facebook que postam com frequência e disseram a metade para permanecer ativa, enquanto a outra metade foi instruída a simplesmente observar seus amigos que ainda estavam ativos no site.

No final do estudo, aqueles que não postaram no Facebook por dois dias disseram que a experiência afetou negativamente seu bem-estar pessoal.

“Sites de redes sociais como o Facebook, que tem mais de um bilhão de usuários por mês, dão às pessoas lembretes imediatos de suas relações sociais e permitem que se comuniquem com outras pessoas quando quiserem”, disse Tobin.

Outro estudo fez os participantes postarem nas redes sociais, mas garantiu que eles não recebessem respostas ou feedback – esses participantes também sentiram efeitos negativos em sua autoestima e bem-estar.

Conclusão do marketing: os usuários de mídia social anseiam por feedback e respostas. Considere redirecionar parte do tempo que você gasta promovendo seu próprio conteúdo para se juntar a conversas relevantes onde você pode agregar valor, opiniões ou diversão.

  1. A excitação leva ao compartilhamento social

Já falamos sobre as emoções que afetam o marketing antes no blog, e até mesmo dividimos por idade e sexo para saber quem compartilha como. Portanto, sabemos que o conteúdo que desperta sentimentos fortes (como raiva ou espanto) tem maior probabilidade de ser compartilhado.

Mas por que? Este estudo de Jonah Berger fornece uma teoria: a excitação emocional ativa nosso sistema nervoso, deixando-nos todos excitados. O compartilhamento pode fornecer uma espécie de fechamento que nos liberta desse estado.

Em dois estudos lado a lado, alguns participantes assistiram a videoclipes elaborados para ativar suas emoções, enquanto outro grupo assistia a videoclipes neutros. No outro grupo, alguns participantes correram no lugar por um minuto enquanto outros permaneceram sentados. Em seguida, todos os participantes de ambos os estudos foram questionados sobre a probabilidade de compartilharem um artigo pré-selecionado (ou simplesmente receber o artigo para compartilhar com quem quisessem).

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Em ambos os estudos, os participantes eram muito mais propensos a compartilhar quando faziam parte de um dos grupos de “excitação”. Os corredores tinham duas vezes mais probabilidade do que o outro grupo de enviar o artigo por e-mail. Porque? Eis como Berger explicou isso ao New York Times:

Porque eles já estavam fisiologicamente excitados, o Sr. Berger teoriza, e encaminhar ou gostar de algo serve como uma forma de liberação.

“A excitação é um estado aversivo, então as pessoas querem sair dele compartilhando”, disse Berger. A miséria adora companhia, assim como qualquer tipo de sentimento profundamente comovente.

Conclusão do marketing: ainda mais evidências de que o conteúdo que envolve as emoções dos leitores tem maior probabilidade de ser compartilhado. Maravilhe seu público com a utilidade ou contorne-o com uma história cativante. E talvez incentivá-los a fazer exercícios também?

  1. Não podemos deixar de compartilhar demais – é assim que estamos conectados!

Adoramos falar sobre nós mesmos. Na verdade, nós o amamos tanto que os neurocientistas de Harvard dizem que não podemos deixar de compartilhar nossos pensamentos – ele provoca a mesma sensação de prazer em nossos cérebros que a comida e o dinheiro.

Estudos demonstraram até que os participantes estão dispostos a abrir mão do dinheiro para falar sobre si mesmos.

Não é surpreendente que esse impulso seja claro nas mídias sociais – os pesquisadores descobriram que até 80% das postagens nas mídias sociais são anúncios sobre as próprias experiências imediatas das pessoas. (Escrevemos mais sobre esses “meformers” em outro lugar no blog).

Conclusão do marketing: o impulso para todos nós, humanos imperfeitos, de fazer tudo sobre nós é forte, sem dúvida. Mas, armados com esse conhecimento, os profissionais de marketing podem trabalhar em nossas habilidades de escuta e suporte ao cliente para construir defensores mais fortes, falando MENOS sobre nós mesmos.